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Plano de gerenciamento de resíduos em laboratório de análises clínicas (PGRSS)

1. PROBLEMAS

A disposição inadequada de lixo hospitalar é um dos mais graves problemas ambientais causados pelo homem. A aplicabilidade e o monitoramento de normas e técnicas consistem em determinação a toda Instituição de Saúde e dever de cidadão. Adequar às fases de segregação, descarte, acondicionamento, coleta, fluxo interno, transporte, armazenamento e destino final, através de diretrizes estabelecidas de gerenciamento dos Resíduos de Serviço em Saúde – RSS, cujo objetivo principal é eliminar ou reduzir o potencial de risco de infecciosidade e contaminação por produtos tóxicos e/ou biológicos. É nosso compromisso e responsabilidade adotarmos técnicas e procedimentos para o manuseio adequado dos resíduos gerados, visando à preservação da saúde pública e ao meio ambiente.

Justificativa: Este trabalhoestá fundamentado na legislação brasileira, onde demonstra que há preocupação de preservarmos e conservarmos o meio ambiente sustentável para que possamos continuar a desfrutar a natureza com conscientização e responsabilidade de toda a população existente no mundo.

Objetivo: Além dos diversos métodos que temos para a destinação dos resíduos, devemos continuar a desenvolver outras formas para melhor destinação dos resíduos que possam causar menor impacto possível na natureza.

2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

A classificação dos resíduos de saúde, gerados tem maior baseamento nas Normas: Resolução CONAMA 358, de 29 de abril de 2005 e RDC 306, de 07 de dezembro de 2004.

3. METODOLOGIA

A quantificação dos diferentes tipos de resíduos foi realizada a partir do controle semanal dos resíduos gerados (em kilos), sendo projetada a média mensal.

3.1. Classificação dos resíduos conforme a legislação

3.1.1. Grupo A são aqueles que representam risco potencial à saúde pública e ao meio ambiente, devido à presença de agentes biológicos que, por suas características de maior virulência ou concentração, possam apresentar risco de infecção.

3.1.2. Grupo B contêm substâncias químicas que podem apresentar risco à saúde pública ou ao meio ambiente, dependendo de suas características de inflamabilidade, corrosividade, reatividade e toxicidade.

3.1.3. Grupo D são semelhantes aos resíduos domiciliares, isto é, não apresentam risco biológico, químico ou radiológico à saúde ou ao meio ambiente, recebem tratamento e disposição final para determinados tipos dos resíduos.

3.1.4. Grupo E são resíduos provenientes de materiais perfuro cortantes ou escarificantes.

3.2. Fluxo dos resíduos de serviço de saúde

Nesta etapa do PGRSS estão descritos os locais de geração dos resíduos, de acordo com a classificação e conforme Norma NBR 12810.

Os Mapeamentos dos Resíduos das Áreas apresentam o trajeto percorrido dos resíduos, de acordo com sua classificação, desde a unidade geradora até o abrigo externo.

3.3. Manejo

O gerenciamento dos RSS do LAC desde o momento de geração até disposição final é realizado pela colaboradora Maria Benedita Neres Santiago dos Santos que recolhe os lixos e leva ao destino externo até a coleta pela empresa especializada contratada denominada “Cheiro Verde”.

Etapas do gerenciamento:

3.3.1. Segregação

De acordo com o item 4.1.2 da NBR 12.809 todo resíduo gerado no LAC é segregado no momento e local de geração e são acondicionados em recipientes apropriados de acordo com sua classificação: físicas, químicas, biológicas e o grau de risco envolvido.

3.3.2. Acondicionamento

3.3.2.1. Resíduos sólidos – Grupo A – São acondicionados em saco em polietileno de baixa densidade e alta resistência, de cor branca leitoso, devidamente identificada com rótulo de fundo branco, desenho e contornos em preto, contendo símbolo e inscrição de “resíduo biológico” estabelecido na Norma NBR 7500.

3.3.2.2. Resíduos líquidos – Grupo B – São acondicionados em recipientes constituídos de material compatível com o líquido armazenado, resistentes, rígidos e estanques, com tampa rosqueada e vedante. O conteúdo dos recipientes não deve ultrapassar o limite de 2/3 (dois terços) do volume total. A identificação é afixada nos sacos de acondicionamento, nos recipientes de coleta interna e externa e nos locais de armazenamento.

3.3.2.3. Resíduos sólidos – Grupo D – Saco em polietileno de baixa densidade e alta resistência, para acondicionamento de resíduos, devendo estar em conformidade com as Normas ABNT 9191 (Requisitos e Métodos de ensaio), 9195 (Resistência à queda livre).

3.3.2.4. Resíduos perfuro-cortantes – Grupo E – São acondicionados em recipientes rígidos, confeccionados em papelão ondulado, com revestimento interno de produto impermeabilizante, acompanhado de saco plástico e cinta de papelão para revestimento interno; possui alça fixa para transporte, tampa com abertura destinada a receber os materiais perfurantes ou cortantes, tampa fixa e dispositivo de segurança que assegure a violação do recipiente, atendendo a Norma IPT NEA-55. Capacidade: 1,5 l, 7l e 13 litros.

3.4. Armazenamento Interno e Externo

Existem 02 tipos de armazenamentos para diferentes tipos de resíduos:

3.4.1. Armazenamento temporário ou interno, consiste na guarda temporária dos recipientes contento os resíduos já acondicionados, em local próximo aos pontos de geração, visando agilizar a coleta dentro do estabelecimento e otimizar o deslocamento entre os pontos geradores e o ponto destinado à apresentação para coleta externa.

3.4.2. Armazenamento externo consiste na guarda dos recipientes de resíduos até a realização da etapa de coleta externa, em ambiente exclusivo com acesso facilitado para os veículos coletores (caixa branca com ventilação e cadeado localizada na parte externa do Laboratório).

3.5. Coleta e Transporte

3.5.1. Coleta interna I

De acordo com a Norma NBR 12807, acoleta interna I é a operação de transferência dos recipientes do local de geração, para a sala de resíduo temporário. Consiste no recolhimento do lixo das lixeiras, no fechamento do saco e no seu transporte até a sala de resíduos, local de armazenamento temporário.

Os Resíduos do grupo B são acondicionados embaixo da bancada próximo ao equipamento onde são gerados. Retirados sempre as segundas-feiras em horário já estabelecido (esgoto Plenno e XS).

3.5.2. Coleta interna II

A Coleta interna II é definida como a operação de transferência dos recipientes do armazenamento temporário para o armazenamento externo. Consiste no recolhimento dos resíduos de acordo com a especificidade até abrigo externo. É estabelecida:

3.6. DESTINAÇÃO FINAL

Conforme capítulo XVIII da Consulta Pública da ANVISA n. 48 de 04 de julho de 2000, a disposição final consiste na disposição de resíduos no solo, previamente preparado para recebê-lo, obedecendo aos critérios técnicos de construção, operação e licenciamento do órgão ambiental competente.

A destinação final para cada grupo de resíduos adotado pelos órgãos públicos municipais é:

3.6.1. Resíduos do grupo A e E – descontaminação;

3.6.2. Resíduos do grupo B – incinerador;

3.6.3. Resíduos do grupo D – aterro sanitário.

3.8. Saúde e Segurança do Trabalhador

O Laboratório Imlab concentra sua atenção na saúde do trabalhador, na higiene do ambiente de trabalho e na segurança das atividades profissionais, com relação a todos os agentes e fatores de risco identificáveis. Para tanto, aplica o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais, identificando os agentes que possam causar dano à saúde, desenvolvendo ações para minimizar e até anular eventuais impactos negativos, facilitando, orientando e acompanhando o seu descarte. Dependendo do tipo de agente químico envolvido, o Programa de Saúde Ocupacional é adequado para monitorar parâmetros que possam precocemente demonstrar o mínimo de agravo à saúde do trabalhador, quando então providências serão tomadas.

3.9. RESULTADOS

As normas de gerenciamento estão sendo aplicadas. Coleta-se semanalmente os resíduos através de empresa especializada contratada chamada “Cheiro Verde”, fazemos a pesagem e a destinação final correta.

O Conhecimento do caminho que os resíduos irão percorrer é de extrema importância para que não haja contato com os pacientes e outros funcionários que não estão treinados adequadamente. Assim temos como indicador de melhoria “os acidentes de trabalho” causados pelos resíduos, ou por coleta, ou no transporte interno, ou até mesmo no próprio descarte.

4. CONCLUSÃO

Implantar o PGRSS no Laboratório Imlab foi importante para complementar o PGRSS e diagnosticar melhor os resíduos e aplicar adequadamente os métodos para o descarte, coleta e destinação final adequado. É preciso estar sempre atento a todas as mudanças para que possamos estar sempre monitorando, implantando processos contínuos de controles, visando reavaliar as alterações, decorrentes da inclusão de novas tecnologias.

A responsabilidade ambiental é de todos que estão envolvidos dos Laboratórios, clínicas, ambulatórios – instituição em geral, os funcionários do Laboratório ajudarão sempre a estar contribuindo, com a qualidade de vida e a conservação do meio ambiente, assegurando vigilância nos controles e o gerenciamento de todas as etapas do processo.

5. DOS POSTOS DE COLETA

Os resíduos gerados nos postos de coleta das cidades de Águas de Santa Bárbara e Iaras são trazidos para a matriz (transportados em veículo próprio da Empresa) para serem recolhidos juntamente com os outros resíduos gerados na cidade de Cerqueira César e são recolhidos todas as terças-feiras pela empresa terceirizada contratada chamada “Cheiro Verde”, com a qual a matriz tem contrato.

6. DADOS CADASTRAIS DA EMPRESAS GERADORAS DOS RESÍDUOS

INSTITUTO DE MEDICINA LABORATORIAL LTDA.

LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS “ IMLAB”

MATRIZ CERQUEIRA CÉSAR

RUA MAJOR ARTHUR ESTEVES, 625

VILA ANGÉLICA

CERQUEIRA CÉSAR/SP

CEP: 18.760-000

CNPJ: 03.956.200/0001-00

IE: ISENTO

FONE/FAX: (14) 3714-3888 OU 9752-5039

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POSTO DE COLETA ÁGUAS DE SANTA BÁRBARA

Praça Padre Luiz Stefanelli, 81

Centro – Águas de Santa Bárbara/SP – Cep: 18.770-000

Tel/fax: (14)3765-1621

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POSTO DE COLETA IARAS

Av. Rodolfo Miranda, 02

Centro – Iaras/SP – Cep: 18.775-000

Tel/Fax: (14) 6764-1117

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7. DADOS CADASTRAIS DA EMPRESA CONTRATADA PARA COLETA ESPECIALIZADA DOS RESÍDUOS

Cheiro Verde Serviço Ambiental Ltda. EPP

Rua Rui Barbosa, 449

Centro

Bernardino de Campos/SP

Cep: 18.960-000

CNPJ: 02.456.361/0001-72

Tel: (14)3346-2720

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8. PRAZO DE VALIDADE DESTE PGRSS

1 ano

Cerqueira César/SP, 02 de janeiro de 2013.

Validade: 02 de janeiro de 2014.

9. BIBLIOGRAFIA

ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Consulta Pública n. 48, de 04 de julho de 2002: Regulamento técnico sobre diretrizes gerais para procedimentos de manejo de resíduos de serviços de saúde;

CONAMA – Conselho Nacional do Meio Ambiente. Resolução N.°358, de 29 de abril de 2005, tratamento e a disposição final dos resíduos dos serviços de saúde;

CONAMA – Conselho Nacional do Meio Ambiente. Resolução N.º 5, de 5 de agosto DE 1993, normas mínimas para tratamento de resíduos sólidos oriundos de serviços de saúde, portos e aeroportos – Atualizado em 01 outubro de 2001

CONAMA – Conselho Nacional do Meio Ambiente. Resolução n. 283, de 12 de julho de 2001: Dispõe sobre o tratamento e a destinação final dos resíduos de serviços de saúde;

NBR 12.235- Armazenamento de resíduos sólidos perigosos, de abril de 1992;

NBR 12.810 – Coleta de resíduos de serviços de saúde – de janeiro de 1993;

NBR 13.853- Coletores para resíduos de serviços de saúde perfurantes ou cortantes – Requisitos e métodos de ensaio, de maio de 1997;

NBR – 7.500 – Símbolos de Risco e Manuseio para o Transporte e Armazenamento de Material, de março de 2000;

NBR – 9.191 – Sacos plásticos para acondicionamento de lixo – Requisitos e métodos de ensaio, de julho de 2000;

NBR 14.652 – Coletor-transportador rodoviário de resíduos de serviços de saúde, de abril de 2001;

NBR 14.725 – Ficha de informações de segurança de produtos químicos – FISPQ – julho de 2001;

NBR – 10.004 – Resíduos Sólidos – Classificação, segunda edição – 31 de maio de 2004;

BRASIL, Decreto No. 37471, de 5 de junho de 1998: Dispõe sobre os critérios de elaboração, análise e implementação do Plano de gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde, por estabelecimentos geradores desses resíduos, sediados no Município de São Paulo e dá outras providências. Diário Oficial do Município de São Paulo, São Paulo, 06 de junho de 1998.

SÃO PAULO, Secretaria da Saúde, Secretaria do Meio Ambiente e Secretaria da Justiça. Resolução conjunta SS/SMA/SJDC, de 29 de junho de 1998: Aprova as Diretrizes Básicas e Regulamento Técnico para apresentação e aprovação do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos de Serviços de Saúde. Diário Oficial do Estado, São Paulo, 30 de junho de 1998;

SÃO PAULO, Secretaria do Verde e do Meio Ambiente do Município de São Paulo. Portaria Municipal 102/SVMA-G/1999: Aprova as diretrizes básicas e o termo de referência para a apresentação e aprovação do plano de gerenciamento de resíduos de serviços de saúde, Diário Municipal de São Paulo, São Paulo: 1999;

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